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A vacina da Moderna: como a cultura de startup a ajudou a alcançar objetivos

Por Paulo Deitos, cofundador da CapTable

A produção de vacinas para imunização contra o novo coronavírus é um feito incrível, prova da eficiência da ciência e uma demonstração do que ocorre quando o interesse mundial de companhias farmacêuticas, governos, comunidade científica e população estão alinhados. Em apenas 11 meses, inúmeras opções de vacinas começam a ficar disponíveis, mas há um recorte dessa história que não deveria passar batido: o papel de uma startup e a cultura que levou à uma vacina com 94,1% de eficácia em menos de 11 meses de desenvolvimento.

A Moderna, uma das empresas que conseguiu desenvolver uma vacina em tempo recorde, é pouco mais que uma startup. A empresa, que começou como uma startup há menos de 10 anos, teve seu IPO há 2 anos. Seu princípio fundamental permanece o mesmo: a noção de que o próprio corpo humano poderia ser utilizado para fazer seus próprios medicamentos, um princípio que era considerado exagerado, distante e otimista demais. Um dos cofundadores da empresa, Noubar Afeyan, diz que o feito é um lembrete poderoso do que é possível quando se avança baseado em proposições que em apenas uma década mudam de absurdas, para óbvias, para capazes de salvar vidas.

Um dos fatores que contribuíram para a coragem de fazer a afirmação de que o corpo poderia produzir seus próprios medicamentos e perseguir esse princípio até que produzisse resultados, foi o fato da empresa continuar com seu DNA de startup. A Moderna nunca se distanciou de suas raízes no mundo das startups, demonstrando inúmeras características típicas: a disposição de trabalhar por horas a fio, fazer coisas que nunca haviam sido feitas, se mover rapidamente e buscar por metas de longo prazo, antes pensadas impossíveis.

Ser pioneiro é diferente de inovar?

O pioneirismo demonstrado pela Moderna é conhecido no ecossistema. As dúvidas sobre a possibilidade de fazer o que se propunham também. O que ocorreu é definitivamente um reflexo dessa mentalidade de startup. Afeyan diz que a cultura da Moderna é de “não temer tentar coisas que nunca foram tentadas”. O cofundador afirma que “essa mentalidade é decorrente de um elemento cultural chamado pioneirismo”. Ele vê esse termo como diferente de inovar, já que o pioneirismo se refere a ir a um lugar que nunca foi habitado e fazê-lo habitável.

Para continuar permitindo que ideias transformadoras propostas por startups sejam possíveis, o investimento é essencial. A Moderna desenvolveu a vacina graças aos investimentos estratégicos consideráveis recebidos da AstraZeneca, uma gigante farmacêutica, e outras três empresas. As startups buscam investimento de diferentes maneiras – um deles é a CapTable, plataforma de investimento que oferece diferentes opções de funding para startups, incluindo uma plataforma de investimento coletivo. Cadastre-se e fique sabendo em primeira mão de novas oportunidades!

 

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